Bom dia, caros leitores. Hoje o céu acordou especialmente bonito após uma chuvinha da madrugada em Cabedelo. Alguma novidade por aí?
Por aqui, estou fixada no BBB 26. Eu não poderia amar mais a combinação Ana Paula e Milena — não consigo me acostumar em chamá-la de tia Milena, temos quase a mesma idade, rs —, ansiosa para o Matheus sair com 99% de rejeição.
Minha rejeição ao Matheus não vem só dos atos dele, mas do fato de que eu queria briga por feijão, não briga de raça, preconceito e coisas relacionadas. Acredito que todos nós concordamos que o ano passado foi muito pesado; esse ano só queremos protestos no Roblox, rir de caminhada bolsonarista (ainda não tenho partido político, vou estudar e no próximo ano me posiciono) e assistir à Ana Paula paquerando o Jonas 22 durante três meses, kkkkkkk.
É realmente assustador como essas situações desconfortáveis do BBB são um espelho do Brasil em cada temporada. Com as atitudes do Matheus, vimos como a versão de um homem é automaticamente tratada como verdadeira contra a versão de uma mulher — na verdade, não só de uma, mas de duas. Vimos isso por meio da Sarah, que é mulher, não estava no momento em que o Matheus falou para a Milena que a Ana Paula era patroa dela e, automaticamente, tomou como mentira.
Tenho observado certos movimentos preocupantes entre os jovens em relação às mulheres, principalmente dentro das faculdades federais, que são confirmados com esses acontecimentos em rede nacional. Tudo o que um jovem faz é aprendido ou influenciado por alguém mais velho ou que tem algum tipo de importância para esses jovens. Mas este post não é sobre sexismo; talvez eu fale sobre isso em um post específico após reunir informações. Seguindo.
Para essa segunda com energia de domingo, sugiro um protesto contra a Nintendo, que colocou um preço no “Animal Crossing”. E não foram 20, 30 ou 40 reais, foram 60 REAIS. Você não quer logo a nossa alma não, Nintendo? É mais fácil de transferir, universo do céu.
Para quem não conhece, “Animal Crossing”, segue uma definição do ChatGPT:
“Animal Crossing é uma franquia de jogos de simulação de vida da Nintendo, na qual o jogador se muda para uma vila habitada por animais antropomórficos e passa a viver uma rotina tranquila e aberta, sem objetivos rígidos ou final definido.
O jogo se baseia em atividades cotidianas: decorar a casa, pagar dívidas, coletar insetos e peixes, conversar com os moradores, participar de eventos sazonais e personalizar a vila ou ilha. O tempo do jogo acompanha o tempo real, com dias, estações e datas comemorativas refletindo o calendário do mundo real.
A proposta central de Animal Crossing não é vencer, mas existir no espaço do jogo: criar vínculos, construir um ambiente acolhedor e progredir no próprio ritmo. Seu tom é calmo, contemplativo e afetivo, funcionando quase como um refúgio do ritmo acelerado da vida cotidiana.”
Sinceramente, tá valendo fazer um empréstimo no PicPay para comprar. Eu amo esse jogo. Ele me lembra as tardes que eu passava lanchando e tomando sorvete na lanchonete do internato em que me formei. Ele é perfeito para criar uma comunidade com seus amigos.
Agora que já sabemos o que fazer hoje, vamos para o tópico: “O que assistir?”
Tenho uma super novidade para vocês: o Fe Leal retornou ao YouTube! Para quem não sabe, ele quebrou a perna — esqueci o destino em que aconteceu — e o primeiro destino dele após se recuperar foi a China, dando um show nos preconceituosos, mostrando um outro lado de um país comunista pouco divulgado na mídia.
Nessa temporada de vídeos, ele nos mostra uma China não só moderna, mas simpática e barata. A cada vendedor de rua, nosso famoso mão de vaca abriu a carteira e comprou de cada um deles. Fiquei chocada. Agora, ele derrubou um bolinho de arroz do Kung Fu Panda e não comprou outro, só passou para a próxima comida. Toma vergonha na cara, Fernando, kkkkkkk.
Quem deve ter ficado muito feliz com a quantidade de opções veganas foi a Produção. Teve muitas opções, principalmente nas barraquinhas de rua. Fiquei feliz por ela, porque tem países em que a coitada sofre para comer.
Eu admiro muito a cultura chinesa: um povo bonito, educado, simpático, sincero e, principalmente, que carrega mais de mil anos de história — e isso não pode ser ignorado. Eles sempre dão um jeito de prosperar e cuidar uns dos outros com o passar do tempo.
Esse foi o post diário tradicional.
Um beijo da Malu, direto de João Pessoa.